﻿Template-Type: ReDIF-Article 1.0
Author-Name: Alfonso Palacio-Vera
Author-Email: apv@ccee.ucm.es
Author-Workplace-Name: Universidad Complutense de Madrid 
Title: El surgimiento de la concepción de racionalidad en la economía dominante
Title: The emergence of the conception of rationality in mainstream economics
Title: O surgimento da concepção de racionalidade na economia dominante
Abstract: La racionalidad es un término con connotaciones normativas. Cuando decimos que el comportamiento 
	de una persona es racional, insinuamos que actúa como debería actuar. La dimensión normativa de la 
	racionalidad suele ser confundida por los científicos sociales. Los historiadores del pensamiento 
	económico no son inmunes a este problema. La tesis principal de este ensayo es que el uso más 
	temprano del término ‘racionalidad’ en Economía aparece en la obra de Lionel Robbins y Paul 
	Samuelson en la década de 1930, quienes identifican la racionalidad con la consistencia o 
	transitividad de las preferencias. Utilizando evidencia textual, muestro que los economistas 
	neoclásicos que los precedieron no usaron el término ‘racionalidad’ y, aunque sí emplearon el 
	término ‘lógica’, lo hicieron sin ninguna pretensión normativa. Identifico tres hitos en el proceso 
	de aparición de una concepción de la racionalidad en la Economía Neoclásica. El primero es la 
	separación que hace Jevons entre la Economía y la Ética, y la delimitación del campo de la Ciencia 
	Económica. El segundo hito son las nociones conjuntas de bien económico y escasez acuñadas por 
	Carl Menger. El tercer y último hito es la reinterpretación de la utilidad como una jerarquía de 
	preferencias, realizada por Vilfredo Pareto y perfeccionada por Hicks y Allen. Por último, repaso 
	brevemente algunas limitaciones conceptuales de la concepción actual de racionalidad en Economía.
Abstract: Rationality is a loaded term. When we say that a person’s behaviour is rational, we hint that she 
	acts as she ought to act. The normative dimension of rationality is often conflated, if not 
	confounded, by social scientists. Historians of economic thought are not immune to this problem. The 
	main thesis of this essay is that the earliest use of the term rationality in Economics appears in 
	the work of Lionel Robbins and Paul Samuelson in the 1930s who identify rationality with consistency 
	or transitivity of preferences. Using textual evidence, I show that the neoclassical economists who 
	antedated them did not use the term ‘rationality’ and, although they did use the term ‘Logic,’ they 
	did so without any normative pretensions. I identify three milestones in the process of emergence of 
	an account of rationality in Economics. The first one was Jevons’ separation of Economics from Ethics 
	and the demarcation of the scope of the Science of Economics. The second milestone was Carl Menger’s 
	twin notions of economic goods and scarcity. The third and last milestone was Vilfredo Pareto’s 
	reinterpretation of utility as a scale of preferences and its refinement by Hicks and Allen. Last, I 
	briefly discuss some conceptual shortcomings of the prevailing account of rationality in Economics.
Abstract: Racionalidade é um termo carregado de significados. Quando dizemos que o comportamento de uma pessoa 
	é racional, insinuamos que ela age como deveria agir. A dimensão normativa da racionalidade é 
	frequentemente confundida, senão deturpada, pelos cientistas sociais. Os historiadores do pensamento 
	econômico não estão imunes a esse problema. A tese principal deste ensaio é que o uso mais antigo do 
	termo racionalidade na Economia aparece nos trabalhos de Lionel Robbins e Paul Samuelson na década de 
	1930, os quais identificam racionalidade com consistência ou transitividade das preferências. Utilizando 
	evidências textuais, mostro que os economistas neoclássicos que os antecederam não usavam o termo 
	“racionalidade” e, embora usassem o termo “lógica”, o faziam sem nenhuma pretensão normativa. Identifico 
	três marcos no processo de surgimento de uma concepção de racionalidade na Economia. O primeiro foi a 
	separação feita por Jevons entre Economia e Ética, e a delimitação do escopo da Ciência Econômica. O 
	segundo marco foi a noção de bens econômicos e escassez formulada por Carl Menger. O terceiro e último 
	marco foi a reinterpretação da utilidade feita por Vilfredo Pareto como uma escala ou ordenação de 
	preferências, e seu aprimoramento por Hicks e Allen. Por fim, discuto brevemente algumas limitações 
	conceituais da concepção dominante de racionalidade na Economia.
Classification-JEL: B13; B21; B41.
Keywords: Ética; preferencias; racionalidad; escasez; utilitarismo; utilidad.
Keywords: ethics; preferences; rationality; scarcity; utilitarianism; utility.
Keywords: Ética; preferencias; racionalidade; escasez; utilitarismo; utilidade.
Journal: Iberian Journal of the History of Economic Thought
Pages: 129-140
Volume: 12
Issue: 2
Year: 2025
DOI: 10.5209/ijhe.104978 
X-File-Ref: http://america.sim.ucm.es/repec/ucm/ref/journal/ijohet25-12-2(129-140).txt
File-URL: https://hdl.handle.net/20.500.14352/124934
File-Format: Application/html
Handle: RePEc:ucm:ijohet:v:12:y:2025:i:2:p:129-140